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5/5/2013
Vacinar - Uma Prática de Saúde

Se o combate as doenças da modernidade requer mais do que descobertas científicas, o controle das infecções comunitárias depende do controle de infecções em cada indivíduo, o que pode ser obtido pelo incremento de sua imunidade e pelo tratamento das doenças transmissíveis. Padrão de vida adequado, do ponto de vista da saúde, significa não apenas garantir as condições de subsistência, como também a educação e a adoção de hábitos sadios. A ênfase dada ao aspecto social e comunitário explica o metafórico conceito de saúde pública como medicina do corpo social. Durante as últimas décadas, substancial progresso foi alcançado no controle de doenças transmissíveis, em especial com a observação que as pestilências não respeitam fronteiras determinadas pelas nações-estado. Com a globalização da doença, tratar da saúde coletiva, é cuidar da saúde mundial.

A ciência veio dar apoio e legitimidade aos cuidados essenciais à saúde, muito embora entre seus agentes ainda se encontrem disparidades de condutas e até mesmo, a perpetuação de posturas retrógradas entre profissionais não consoantes com os avanços da tecnologia para as novas demandas e necessidades em saúde, o que em plena segunda década do século XXI, com chagas sociais como a varíola exterminadas no mundo e recrudescimento de doenças controláveis e epidemias de dengue, cólera e gripe, ceifando vidas em meio a tantos avanços, torna-se inaceitável posto que incompreensível. Não colaborar com a implementação dos benefícios da vacinação é mais do que ignorância de uns e extravagância de outros, comportamento que a ética me impede de adjetivar. O argumento lúcido à imunização coletiva se encontra explícito nas metas da Escola Hipocrática: 1º) Salvação da humanidade, 2º) Salvação do indivíduo, 3º) A saúde, 4º) O alívio do sofrimento e 5º)O decoro de cada doente.


O Instituto Hahnemanniano do Brasil adota posição oficial consoante com as autoridades sanitárias do país. O objetivo no desenvolvimento de vacinas é alcançar o mais alto grau de proteção com a menor taxa de efeitos adversos. Todos sabemos que há contraindicações absolutas e relativas para uso de determinadas tecnologias médicas, e é evidente que o médico deve individualizar e indicar de acordo com o estado de saúde/necessidade de atenção à saúde de seu paciente se vacinar é útil, seguro e não prejudicial ao consenso orgânico, lembrando que há situações que a explosão da psora latente é muito mais nociva à saúde do que o uso da vacina.
Que o coletivo de Homeopatas dessa Instituição possa colaborar com a melhora de saúde do Planeta – esta a nossa Missão!

Dra Denise Espiúca Monteiro
Diretora do Ambulatório Escola Professor Kamil Curi
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(ISSN 1984-7165)